quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
O construtor de repentes, Louro Branco
Ontem o Poeta Felisardo Moura nos presenteou com esse versinho:
O verso que faço é caro
Pelos metais que arranjo,
Se o verso atrasar eu tanjo,
Se o verso correr eu paro;
Se ficar grande eu aparo
Pra peça não ser comprida,
Se ficar curta e perdida
Boto uma emenda na frente
Sou construtor de repente
Nas oficinas da vida!
Poeta Louro Branco
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Decanto de Poetas
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KKKKKKKKKKKKKKKKK. LOURO É DEMAIS.
ResponderExcluirGrande demais, um gênio. Tem obras magníficas! Abraço!
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