Meus amigos e minhas amigas:
Acabei de lançar .........
Vem novidade aí...
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de março de 2016
Apresentação do Poeta Pedro Torres no Balaio Cultural de Tuparetama.
Sábado, dia 05 de março eu me apresentei no Balaio Cultural de Tuparetama. É o primeiro vídeo de uma série que irei postar de declamações aqui no Youtube.
Se você gostar desse vídeo clica em gostei e se inscreve no canal pra receber em primeira mão as novidades que estou preparando.
Versos declamados:
Em quem vive de aparências,
Sinceramente, eu não creio!
Que ninguém chega à nobreza
Trajando um caráter feio
E alguém só sabe aonde vai
Quando sabe de onde veio!
Tempos idos
Já sorri, já estive apaixonado...
Viajei, conheci terras distantes...
Desvendando o segredo das quimeras
E a pureza insensata dos amantes.
Como todo poeta sonhador
Tive os sonhos mais altos, deslumbrantes.
E aprendi no pulsar das primaveras
Que nenhuma estação é como antes.
Neste mundo em que tudo se renova
E a igualdade se alcança numa cova
Qualquer fase difícil se atravessa...
Por mais dura que seja a realidade
Não tem nada melhor que uma saudade
Pra mostrar que esta vida não quer pressa!
Recife, 10 de julho de 2015.
Ausência
Posso bem nunca mais te procurar
E viver sem você... Perfeitamente!
Na saudade, ficar indiferente;
Esquecer de esquecer, ou de lembrar.
Tanto faz, se eu tiver que me afastar;
Não viver nosso amor completamente...
Mas, negar tudo que meu peito sente,
Pra mim mesmo, é difícil de negar.
Pode ser que distante dos teus braços
Eu me esqueça de vez dos teus abraços
No apagar-se da luz dos meus sentidos...
Posso até repetir o mesmo "Não"
Mas, não posso calar meu coração
Que as paredes da alma têm ouvidos!
Recife, 30 de novembro de 2013.
Um cheiro na alma, valeu!!
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Afinidade
Do que um dia foi dor eu me afastei
Que não dá pra viver sempre fingindo
E se agora meu peito anda sorrindo
Pode ser uma prova que acordei.
Aprendi com meus erros que não posso
Mudar tudo da noite para o dia
E nem mesmo querendo, eu poderia
Apagar o que um dia já foi nosso.
Temos sim, uma imensa afinidade
E, perdida no tempo, uma saudade
Que se não nos matou foi por um triz!
Pelo fio invisível que há no olhar
Não é muito difícil de encontrar
As razões pra querer viver feliz!
Pedro Torres
Que não dá pra viver sempre fingindo
E se agora meu peito anda sorrindo
Pode ser uma prova que acordei.
Aprendi com meus erros que não posso
Mudar tudo da noite para o dia
E nem mesmo querendo, eu poderia
Apagar o que um dia já foi nosso.
Temos sim, uma imensa afinidade
E, perdida no tempo, uma saudade
Que se não nos matou foi por um triz!
Pelo fio invisível que há no olhar
Não é muito difícil de encontrar
As razões pra querer viver feliz!
Pedro Torres
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sábado, 14 de fevereiro de 2015
Outro Carnaval
Hoje é véspera, enfim, do Zé Pereira
E parece que não vamos nos ver...
Se a alegria até quarta não morrer
Vou pular, sem você, a festa inteira.
Já não conto por quantos carnavais
Fui sem ânimo algum para a folia
Porque a máscara da minha fantasia
Eram restos de antigos festivais.
Vou trajar-me completo de esperança
E brincar como brinca uma criança
Na euforia do sonho mais banal…
E, se acaso, bater saudades tuas
Mesmo assim, eu serei todo das ruas
Para o ano tem outro carnaval!
Pedro Torres
E parece que não vamos nos ver...
Se a alegria até quarta não morrer
Vou pular, sem você, a festa inteira.
Já não conto por quantos carnavais
Fui sem ânimo algum para a folia
Porque a máscara da minha fantasia
Eram restos de antigos festivais.
Vou trajar-me completo de esperança
E brincar como brinca uma criança
Na euforia do sonho mais banal…
E, se acaso, bater saudades tuas
Mesmo assim, eu serei todo das ruas
Para o ano tem outro carnaval!
Pedro Torres
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Tem um resto de amor mal resolvido Perturbando meu sono a noite inteira.
Nosso amor para além da eternidade
Não durou dois verões e meio inverno.
Quando o céu transformou-se num inferno
No silêncio da nuvem de saudade...
Dediquei-me a zelar nossa amizade
No percurso da história interrompida
Construindo um Amor pra toda a vida
No terreno arenoso do seu peito....
"Meu castelo de sonhos foi desfeito
No momento da sua despedida."
Dei pra ela: romance e sentimento
Em um livro de amor que lhe escrevi
E apesar de ser pouco o que vali
Seu valor foi pra mim os 100%.
E "inda" há chagas abertas, no momento,
Duma história bonita e verdadeira
Foi gigante e hoje só resta uma beira
Do que houve em meu peito adormecido
"Tem um resto de amor mal resolvido
Perturbando meu sono a noite inteira."
Pedro Torres
Não durou dois verões e meio inverno.
Quando o céu transformou-se num inferno
No silêncio da nuvem de saudade...
Dediquei-me a zelar nossa amizade
No percurso da história interrompida
Construindo um Amor pra toda a vida
No terreno arenoso do seu peito....
"Meu castelo de sonhos foi desfeito
No momento da sua despedida."
Dei pra ela: romance e sentimento
Em um livro de amor que lhe escrevi
E apesar de ser pouco o que vali
Seu valor foi pra mim os 100%.
E "inda" há chagas abertas, no momento,
Duma história bonita e verdadeira
Foi gigante e hoje só resta uma beira
Do que houve em meu peito adormecido
"Tem um resto de amor mal resolvido
Perturbando meu sono a noite inteira."
Pedro Torres
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sábado, 20 de dezembro de 2014
Desintoxicação
Preciso, desesperadamente,
De um verso doce de amor.
A frase certa que alivia
Que descansa a alma
E faz sentir de novo algo quente e cheiroso
Como uma xícara de café quente!
Não preciso de um verso-Deus
Que ressuscite nada!
Basta-me, apenas, a poesia...
Expirar esse gás carbônico
Que me seca a inspiração
E repousar meu espírito em um abraço
Único!
Pedro Torres
De um verso doce de amor.
A frase certa que alivia
Que descansa a alma
E faz sentir de novo algo quente e cheiroso
Como uma xícara de café quente!
Não preciso de um verso-Deus
Que ressuscite nada!
Basta-me, apenas, a poesia...
Expirar esse gás carbônico
Que me seca a inspiração
E repousar meu espírito em um abraço
Único!
Pedro Torres
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domingo, 16 de novembro de 2014
Alucinação
Bebo doses maciças de ansiedade
E me ausento do mundo das certezas
Deixo a dúvida arder entre as friezas
Desse breve torpor de realidade.
Anoitece e a fumaça da cidade
Decorada por mil luzes acesas
Pinta o céu de amarelo e as impurezas
Ganham cor, disfarçando a falsidade.
Eu me esforço em deixar minh'alma sã
E à janela eu convoco outra manhã
Que preencha de luz meu pensamento...
Recordando o perfume da campina
"O silêncio da nuvem me alucina
Nesse mapa irreal de sentimento"
Pedro Torres
Mote de Mariana Véras
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Decanto de Poetas,
Poesias Repartidas
Vou vender meu coração Por qualquer tostão furado.
Já se passou tanto tempo
Desde o meu último romance
Que eu nem sei se existe chance
De findar meu contratempo.
Se nem pra ser passatempo
Eu tenho sido sondado
Pra não morrer desprezado
Na primeira ocasião
Vou vender meu coração
Por qualquer tostão furado.
Pedro Torres
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Porque o espinho faz parte da roseira E é besteira dizer que se esqueceu.
Quando a gente ama mesmo uma pessoa
Não importa se acaso ela nos fira
Que é melhor se calar sendo mentira
Que falar que não ama sendo a toa.
A saudade é o espinho que magoa
Na roseira do sonho que morreu
Eu não posso culpar quem prometeu
Ser amor ao meu lado a vida inteira
Porque o espinho faz parte da roseira
E é besteira dizer que se esqueceu.
Pedro Torres.
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O mundo tá se acabando E tem quem diga que não.
Nem se houvesse outra Alcatraz
Cabia tanto bandido!
Que o petróleo foi vendido
Porém, barato demais...
Afundaram a Petrobrás
Num mar de corrupção
E inda tem muito ladrão
Do poço fundo, jorrando...
O mundo tá se acabando
E tem quem diga que não.
Pedro Torres
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