Meu coração já não bate
Sentindo a dor do abandono
Como um jardim bem florido
Com a chegada do outono
Que as flores se emurcheceram
Pra planta pegar no sono.
Pedro Torres
terça-feira, 30 de abril de 2013
Contradição I
Quando quer, o destino faz assim:
Se apresenta pra nós como ilusão
E aprendemos que amor no coração
Sem cuidado e carinho, chega ao fim
É difícil, de mais, dizer um sim
Quando tudo na vida diz um não
E esperar ver você voltar pra mim
Da janela da minha solidão...
Bem sabias que estavas no meu peito
E esqueceste de mim, com que direito
Me negaste um amor de ser vivido...
Desses sonhos pautado em ilusões
Vivi muitas quimeras e paixões
E lutei por você, mas, foi perdido.
Pedro Torres
Se apresenta pra nós como ilusão
E aprendemos que amor no coração
Sem cuidado e carinho, chega ao fim
É difícil, de mais, dizer um sim
Quando tudo na vida diz um não
E esperar ver você voltar pra mim
Da janela da minha solidão...
Bem sabias que estavas no meu peito
E esqueceste de mim, com que direito
Me negaste um amor de ser vivido...
Desses sonhos pautado em ilusões
Vivi muitas quimeras e paixões
E lutei por você, mas, foi perdido.
Pedro Torres
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domingo, 28 de abril de 2013
A saudade chegou quebrando a porta Que eu tranquei com a chave da razão.
A tristeza quebrou minha janela
No meu peito ficaram estilhaços
Eu não sei como junto esses pedaços
Que a saudade deixou como sequela
No espelho escrevi o nome dela
Com a tinta que fiz da solidão
E os pedaços quebrados pelo chão
São da alma que hoje eu vejo morta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Henrique Brandão
Quem promete e não cumpre, sobretudo
Perde logo o respeito e a moral
Faz da honra uma coisa tão banal
Que o melhor a fazer é ficar mudo
Toda vez que eu prometo me iludo
E com isso cheguei a conclusão
Que é perdido engananar o coraçâo
Porque peito que ama não suporta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Cicinho Moura.
Um silêncio que nós não decidimos
Pois, você decidiu sem ter diálogo
Como fosse um produto de um catálogo
Que compramos, mas não usufruímos
Do castelo de amor que construímos
Cada pedra sustenta um coração
E nos perdemos, na fraca atuação
Dessa ausência que tanto desconforta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Pedro Torres
Mote: Pedro Torres Filho e Esdras Galvão
No meu peito ficaram estilhaços
Eu não sei como junto esses pedaços
Que a saudade deixou como sequela
No espelho escrevi o nome dela
Com a tinta que fiz da solidão
E os pedaços quebrados pelo chão
São da alma que hoje eu vejo morta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Henrique Brandão
Quem promete e não cumpre, sobretudo
Perde logo o respeito e a moral
Faz da honra uma coisa tão banal
Que o melhor a fazer é ficar mudo
Toda vez que eu prometo me iludo
E com isso cheguei a conclusão
Que é perdido engananar o coraçâo
Porque peito que ama não suporta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Cicinho Moura.
Um silêncio que nós não decidimos
Pois, você decidiu sem ter diálogo
Como fosse um produto de um catálogo
Que compramos, mas não usufruímos
Do castelo de amor que construímos
Cada pedra sustenta um coração
E nos perdemos, na fraca atuação
Dessa ausência que tanto desconforta
A saudade chegou quebrando a porta
Que eu tranquei com a chave da razão.
Pedro Torres
Mote: Pedro Torres Filho e Esdras Galvão
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sábado, 27 de abril de 2013
Se um dia eu deixar de ser vaqueiro Vou chorar com saudade da boiada
Minha amiga vaqueira Maria Karina deu um mote de vaquejada e eu lembrando as pegas de boi, disse:
Se um dia eu deixar o meu sertão
For partir pra searas mais distantes
Conhecer esse mundo, outras vazantes
Vou-me embora, deixando o coração...
Levo apenas pra ter recordação:
Mil saudades, que canto na toada
E a lembrança da minha namorada
Da vaqueira, a filha do fazendeiro
Se um dia eu deixar de ser vaqueiro
Vou chorar com saudade da boiada
Pedro Torres
Se um dia eu deixar o meu sertão
For partir pra searas mais distantes
Conhecer esse mundo, outras vazantes
Vou-me embora, deixando o coração...
Levo apenas pra ter recordação:
Mil saudades, que canto na toada
E a lembrança da minha namorada
Da vaqueira, a filha do fazendeiro
Se um dia eu deixar de ser vaqueiro
Vou chorar com saudade da boiada
Pedro Torres
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Água é deusa apaixonada No colo da terra alheia
Água é deusa apaixonada
No colo da terra alheia
Acariciando as popas
Dos seios brancos da areia.
Na cascata se debruça,
Canta, suspira e soluça
Apaixonando o luar,
Tangendo as espumas turvas
Pra despejá-las nas curvas
Das ondulações do mar.
Daudeth Bandeira
No colo da terra alheia
Acariciando as popas
Dos seios brancos da areia.
Na cascata se debruça,
Canta, suspira e soluça
Apaixonando o luar,
Tangendo as espumas turvas
Pra despejá-las nas curvas
Das ondulações do mar.
Daudeth Bandeira
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Que eu não posso escolher o que sentir Mas, eu posso escolher o que fazer
De uma frase de Shakespeare, à pedido da conterrânea, eu fiz:
Na balança dos erros cometidos
Você ganha de mim de dez a zero
Já quis muito você, mas, hoje eu quero
Nossos planos de vez ser esquecidos
Recaídas de beijos comovidos
Lhe prometo não mais acontecer
Nesse caso que agora eu vou varrer
Pra distância mais longe que existir
Que eu não posso escolher o que sentir
Mas, eu posso escolher o que fazer
Pedro Torres
Na balança dos erros cometidos
Você ganha de mim de dez a zero
Já quis muito você, mas, hoje eu quero
Nossos planos de vez ser esquecidos
Recaídas de beijos comovidos
Lhe prometo não mais acontecer
Nesse caso que agora eu vou varrer
Pra distância mais longe que existir
Que eu não posso escolher o que sentir
Mas, eu posso escolher o que fazer
Pedro Torres
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Do nosso caso recente Não nego que estou sofrendo
Do nosso caso recente
Não nego que estou sofrendo
Você me ensina os ciúmes
E eu abro o jogo e me rendo
Mas, não me ensine a saudade
Quem sabe se eu não aprendo?
Pedro Torres
Não nego que estou sofrendo
Você me ensina os ciúmes
E eu abro o jogo e me rendo
Mas, não me ensine a saudade
Quem sabe se eu não aprendo?
Pedro Torres
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
Mulher nova, bonita e carinhosa Faz o homem gemer sem sentir dor
Seu olhar tem a fórmula perfeita
De encanto, magia e sedução
Furta a artéria que leva ao coração
Quem olhar ao feitiço se sujeita
Seus encantos, tem mínima receita
Dos jardins perfumosos do amor
Faz um pássaro atraído pela flor
Pousar lento no colo de uma rosa
"Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor"
Pedro Torres
De encanto, magia e sedução
Furta a artéria que leva ao coração
Quem olhar ao feitiço se sujeita
Seus encantos, tem mínima receita
Dos jardins perfumosos do amor
Faz um pássaro atraído pela flor
Pousar lento no colo de uma rosa
"Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor"
Pedro Torres
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E o meu choro tornou-se tão calado Que o silêncio parou pra escutar
Na poeira que a vida pôs no rosto
Uma lágrima se esvai pelo cantinho
Da descida pra boca, e com carinho
Pega sal do suor pra dar mais gosto.
No tempero sutil do meu desgosto
Saboreio essa dor do meu penar
Faço "versos e rimas" pra agradar
Qualquer coisa o meu ser tão magoado
"E meu choro tornou-se tão calado
Que o silêncio parou pra escutar."
Pedro Torres
Mote: Didi de Job (Didi Patriota)
Uma lágrima se esvai pelo cantinho
Da descida pra boca, e com carinho
Pega sal do suor pra dar mais gosto.
No tempero sutil do meu desgosto
Saboreio essa dor do meu penar
Faço "versos e rimas" pra agradar
Qualquer coisa o meu ser tão magoado
"E meu choro tornou-se tão calado
Que o silêncio parou pra escutar."
Pedro Torres
Mote: Didi de Job (Didi Patriota)
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Só não digo porque eu Inda sou doido por ela.
Num 'versinho' de Ivanildo Vilanova que acho a cosia mais linda eu disse... :D
Só espero que eu consiga
Suportar os barbarismos
Suas cenas, seus cinismos
Só pra não causar intriga...
Não chamar de rapariga
De prostituta de cela
De ser falsa cinderela
Que nem sapato perdeu
Só não digo porque eu
Inda sou doido por ela.
Pedro Torres
Só espero que eu consiga
Suportar os barbarismos
Suas cenas, seus cinismos
Só pra não causar intriga...
Não chamar de rapariga
De prostituta de cela
De ser falsa cinderela
Que nem sapato perdeu
Só não digo porque eu
Inda sou doido por ela.
Pedro Torres
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