Das flores mais perfumosas
Que eu provei por derradeiro
Eu inda sinto o sabor
Do seu perfume primeiro
E basta um tico de nada
Dessa "essência" amadeirada
Para mata-me de cheiro...
Pedro Torres
domingo, 5 de maio de 2013
Conheço muitos amores Que começam na amizade
Conheço muitos amores
Que começam na amizade
O nosso amor foi o inverso
E na nossa infantilidade
Descuidamos do que havia
E depois da fantasia
Ficamos só na saudade...
Pedro Torres
Que começam na amizade
O nosso amor foi o inverso
E na nossa infantilidade
Descuidamos do que havia
E depois da fantasia
Ficamos só na saudade...
Pedro Torres
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O amor não tem fronteiras Também não sabe limites
O amor não tem fronteiras
Também não sabe limites
Para que o sonho aconteça
Basta apenas que acredites
Mas, não permita que os outros
Se metam dando palpites
Pedro Torres
Também não sabe limites
Para que o sonho aconteça
Basta apenas que acredites
Mas, não permita que os outros
Se metam dando palpites
Pedro Torres
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E nem venha dar uma de santinha Que santinha, sabemos, que não és
Eu não posso escusar sua atitude
Foi de caso pensado, e eu não aceito
Pois, que tire pra si melhor proveito
Do seu modo de agir sempre tão rude
Cometi muitos erros, mas não pude
Evitar dessa vida os seus viés
"Dar as mãos pra você fincar os pés,
Sem saber o que queres com a minha?"
E não venhas dar uma de santinha
Que santinha, sabemos, que não és
Pedro Torres
Foi de caso pensado, e eu não aceito
Pois, que tire pra si melhor proveito
Do seu modo de agir sempre tão rude
Cometi muitos erros, mas não pude
Evitar dessa vida os seus viés
"Dar as mãos pra você fincar os pés,
Sem saber o que queres com a minha?"
E não venhas dar uma de santinha
Que santinha, sabemos, que não és
Pedro Torres
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Não tem sorriso que pague O preço de uma saudade.
Quem descobrir seu amor
Cuide dele o quanto antes
Não se perca por instantes
Que não lhe acresça calor...
Aprenda a dar mais valor
Ao que é tudo na metade
Zele pela claridade
Pra que a luz nunca se apague
Não tem sorriso que pague
O preço de uma saudade.
Pedro Torres
Cuide dele o quanto antes
Não se perca por instantes
Que não lhe acresça calor...
Aprenda a dar mais valor
Ao que é tudo na metade
Zele pela claridade
Pra que a luz nunca se apague
Não tem sorriso que pague
O preço de uma saudade.
Pedro Torres
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essas linhas que escreves não são tuas E essas linhas que escrevo não são minhas
Cada parte de um todo tem metade
Da metade de tudo que eu preciso
Me contento com o nada de sorriso
E, de tudo, me inteiro na saudade
Sinto apenas, faltar-nos igualdade
Pela tinta dar cor às manhãzinhas
Faltar pena pro cinza que escrivinhas
Sobrar versos pra duas almas nuas
Que estas linhas que escreves não são tuas
E essas linhas que escrevo não são minhas
Pedro Torres
Da metade de tudo que eu preciso
Me contento com o nada de sorriso
E, de tudo, me inteiro na saudade
Sinto apenas, faltar-nos igualdade
Pela tinta dar cor às manhãzinhas
Faltar pena pro cinza que escrivinhas
Sobrar versos pra duas almas nuas
Que estas linhas que escreves não são tuas
E essas linhas que escrevo não são minhas
Pedro Torres
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Duas almas vivendo de metade E a saudade pra nós foi a sentença.
Padecemos da fera insegurança
Que é comum em casais que estão distantes
Que essa estrada longínqua dos amantes
Só se encurta pra quem tem confiança.
Hoje existe somente na lembrança
Um retrato da nossa indiferença
Nosso caso foi vítima da descrença
E sofremos em pé de igualdade
Duas almas vivendo de metade
E a saudade pra nós como sentença.
Pedro Torres
Que é comum em casais que estão distantes
Que essa estrada longínqua dos amantes
Só se encurta pra quem tem confiança.
Hoje existe somente na lembrança
Um retrato da nossa indiferença
Nosso caso foi vítima da descrença
E sofremos em pé de igualdade
Duas almas vivendo de metade
E a saudade pra nós como sentença.
Pedro Torres
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E o baú de saudade que eu carrego Tá pesado demais pr'eu carregar.
Mas, se eu perceber que nâo aguento
Que o fardo da ausência está pesado
Lamentando esse fim inesperado
Já cansado de tudo eu paro e sento
Dispensando desculpa ou argumento
Eu respondo pra quem me perguntar,
Eu já ando cansado de negar
E a partir de agora eu nâo mais nego:
Que o baú de saudade que eu carrego
tá pesado demais pr'eu carregar.
Cicinho Moura
Nesse mote 'de peso' do poeta Cicinho Moura eu tentei assim:
Nessa estrada que leva ao coração
Transportei suas juras insinceras
Colhi rosas de lindas primaveras
Mas, enchi de saudade um matulão
Trabalhei dia e noite, fiz serão
Fiz mil talhos na mão pra calejar
Com martelo tentei lhe arrancar
Mas, saudade chegou torcendo o prego
E o baú de saudade que eu carrego
Tá pesado demais pr'eu carregar.
Nossa história bonita se encerra
Sem haver entre nós um só culpado
(Que esse lance 'de nós' só deu errado
Pela ausência do laço, que nos cerra...)
Fomos cúmplices maiores desta terra
Mesmo longe de haver algum lugar
Fui um tolo, e cheguei a duvidar
Mas, depois percebi que fui um cego
E o baú de saudade que eu carrego
Tá pesado demais pr'eu carregar.
Pedro Torres
Mote: Cicinho Moura
Que o fardo da ausência está pesado
Lamentando esse fim inesperado
Já cansado de tudo eu paro e sento
Dispensando desculpa ou argumento
Eu respondo pra quem me perguntar,
Eu já ando cansado de negar
E a partir de agora eu nâo mais nego:
Que o baú de saudade que eu carrego
tá pesado demais pr'eu carregar.
Cicinho Moura
Nesse mote 'de peso' do poeta Cicinho Moura eu tentei assim:
Nessa estrada que leva ao coração
Transportei suas juras insinceras
Colhi rosas de lindas primaveras
Mas, enchi de saudade um matulão
Trabalhei dia e noite, fiz serão
Fiz mil talhos na mão pra calejar
Com martelo tentei lhe arrancar
Mas, saudade chegou torcendo o prego
E o baú de saudade que eu carrego
Tá pesado demais pr'eu carregar.
Nossa história bonita se encerra
Sem haver entre nós um só culpado
(Que esse lance 'de nós' só deu errado
Pela ausência do laço, que nos cerra...)
Fomos cúmplices maiores desta terra
Mesmo longe de haver algum lugar
Fui um tolo, e cheguei a duvidar
Mas, depois percebi que fui um cego
E o baú de saudade que eu carrego
Tá pesado demais pr'eu carregar.
Pedro Torres
Mote: Cicinho Moura
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Meu coração deu um grito De extrema felicidade
Meu coração deu um grito
De extrema felicidade
Quando chegou na cidade
E viu seu riso bonito
Meu peito que andava aflito
Bateu mais descompassado
Por sentir-se aliviado
De remover toda a ânsia
E assassinar a distância
Num abraço apaixonado.
Pedro Torres
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Contradição II
Foste a flor mais bonita do jardim
Que floresce no peito de quem ama.
Hoje tenho a lembrança que se inflama,
Nesse incêndio que faz dentro de mim.
Nossa história bonita teve fim
Na fumaça que o tempo faz da chama
E a saudade deitou-se em minha cama,
Na esperança de ouvir de novo um sim.
Meus quereres, por fim, foram vencidos
E os meus sonhos quedaram-se sentidos
Sem resquícios das nossas ambições...
Impuseste entre nós uma mordaça
E hoje cato os caquinhos da vidraça
Da janela das minhas ilusões
Pedro Torres
Que floresce no peito de quem ama.
Hoje tenho a lembrança que se inflama,
Nesse incêndio que faz dentro de mim.
Nossa história bonita teve fim
Na fumaça que o tempo faz da chama
E a saudade deitou-se em minha cama,
Na esperança de ouvir de novo um sim.
Meus quereres, por fim, foram vencidos
E os meus sonhos quedaram-se sentidos
Sem resquícios das nossas ambições...
Impuseste entre nós uma mordaça
E hoje cato os caquinhos da vidraça
Da janela das minhas ilusões
Pedro Torres
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