terça-feira, 5 de março de 2013

"Obrigado, meu Deus, muito obrigado"

Por errar e pagar pelo que eu fiz
Por me dar a "moeda" pra pagar
Pela força que tem no verbo amar
Por guiar-me na luz a ser feliz
Ensinar-me da vida o que se diz
Aprender que essa vida é aprendizado
Por eu ter o meu peito inda marcado
Por alguém que me dá muita alegria
Pelo amor renovado todo dia
"Obrigado, meu Deus, muito obrigado"

Pela luz que clareia nossas vias;
E os percalços da nossa travessia;
Pelo além da sublime poesia;
Como o doce de quinze melancias;
Pelo claro no céu dos nossos dias;
E do tempo que agora está nublado;
Pelo escuro do dia terminado;
Com um chão pra podermos descansar;
Pelo amigo de fé nesse estradar;
"Obrigado, meu Deus, muito obrigado."

Pedro Torres
Mote: Dedé Monteiro

Tão feliz eu seria se deixasses Mergulhar nesse mar da alma tua

Seu olhar cativante tem magia
É um brinde em taças cristalinas
Tens o brilho da luz nestas retinas
Declarando-se o amor em poesia
Como o sol que ilumina ao meio dia
Ou o brilho da noite em plena lua
Feito as ondas do mar quando recua
Teu olhar para mim como falasses
Tão feliz eu seria se deixasses
Mergulhar nesse mar da alma tua

Pedro Torres

segunda-feira, 4 de março de 2013

É triste sentir saudade De quem não sente também

Um amor correspondido
É coisa pra se zelar
É muito triste se amar
E se sentir esquecido
Tendo o coração partido
Por quem a gente quer bem
Assim é gostar de alguém
Sem ter reciprocidade
É triste sentir saudade
De quem não sente também

Pedro Torres

Que a saudade é mais veloz Chegou primeiro que eu

Eu vim correndo na estrada
Para cumprir meu destino
Sentindo saudades dela
Meu coração pequenino
Correndo golpes de insultos
Por olhos antes enxutos
E aonde o vento bateu
Senti uma lágrima atroz
Que a saudade é mais veloz
Chegou primeiro que eu

Pedro Torres

O que foi que mudou no pensamento Da mulher que jurava me amar!

Boto fé em alguém que deixa alguém
Por gostar d'outro alguém e ser sincero
Mas, não pense que ainda eu lhe espero
Que eu toco o meu barco assim também
Não tolero esse amor de vai e vem
Correspondo ao amor que me amar
Sou sincero também ao afirmar
Que não quero saber nesse momento
O que foi que mudou no pensamento
Da mulher que jurava me amar!

Pedro Torres

Eu pergunto meu deus porque razão
É que tanta paixão se acaba assim
A pessoa jurando amor sem fim
De repente mudou de opinião
Disse que se enganou com o coração
Que precisa de um tempo pra pensar
Ela quer se envolver ou quer brincar?
Essa dúvida tem sido o meu tormento.
O que foi que mudou no pensamento
Da mulher que jurava me amar?

Cicinho Moura


Mote de Cancão.

Assoprei o bafômetro saudade E a taxa de dor subiu demais

Pra tentar lhe tirar do pensamento
Eu tomei alguns tragos de um bom vinho
Mas, um vinho não presta sem carinho
Nem tomado no frio de um momento
Pois, que aquece demais o sofrimento
Que esperei por você, voltei atrás
E jurei lhe esquecer pra nunca mais
Ver distância pra mim ser tão covarde
Assoprei no bafômetro da saudade
E a taxa de dor subiu demais

Pedro Torres

Um poema pra esse tempo frio.

Nos queixamos da dor que faz saudade
Quando alguém que amamos fica ausente
Mal, sabemos porém que o outro sente
Desse tanto de amor, outra metade
Percebemos a bem dessa verdade
Que causamos somente adiamento
Pois, moramos em cada pensamento
Ocorridos durante a nossa ausência
Hoje eu digo melhor da experiência
De viver um imenso sentimento.

Duvidamos de nós, de toda a jura
Discutidas em tom acalorado
Mas, é tempo perdido o magoado
Que a saudade ingressa na mistura
E a receita de amor sai bem mais pura
Na fornada mais quente e sem defeito
Que peleja, peleja, e é sem jeito
Quem nos ama a gente não esquece
Que o amor verdadeiro se aquece
No fogão de amor que há no peito

Em um dia de chuva bem friinha
Um abraço fez falta na lembrança
Mas, a cor mais bonita da esperança
Fez a gente cantar uma 'Modinha'
Que a saudade é recente e, advinha?!
Se aninhou outra vez em nosso leito
Fez morada da casa do sujeito
Nosso amor novamente se aqueceu
E a saudade mais linda adormeceu
No colchão de amor que há no peito

Pedro Torres

Como a Fênix, das cinzas O nosso amor renasceu...

Como a Fênix, das cinzas
O nosso amor renasceu...
Pela saudade que estamos
Penso até que não morreu.

Pedro Torres

Plantei um pé de esperança Em meu jardim de saudade


Cansado de tanta espera
Numa seca de carinho
Como um pobre passarinho
Sem conhecer primavera
Sonhei a minha quimera
Quando voltei pra cidade
Pra minha felicidade
Percebi uma mudança
Plantei um pé de esperança
Em meu jardim de saudade

Pedro Torres

A saudade covarde só não mata Porque tem o prazer de torturar.

No meu mote a gente fez:

Eu menti tantas vezes por dizer
Não querer mais saber do teu amor
Que meu peito curado já sem dor
Não sentia mais falta de te ter.
Que até consegui lhe esquecer
Nossos laços eu pude desatar
Foi mentira, sequer pude tentar
Só o nó da garganta se desata
E a saudade covarde só não mata 
Porque tem o prazer de torturar.

Pedro Torres

Porque toda saudade que se preze
Ela engancha na gente feito trava
Eu pensei que a que sinto me matava
Mas, estava enganado,errei a tese
Mâe me deu um concelho,disse:Reze!
Mas,de nada serviu eu ir rezar
Quanto mais me ajoelho no altar
Mais a dor da lembrança me maltrata
A saudade covarde só nâo mata
Porque tem o prazer de torturar.

Cicinho Moura