O apicultor cuida das abelhas
E suporta diárias ferroadas
Experimenta do mel, sustento
Viver de poesia...
Canta o amor da Terra e à vida
E da lida diária, extrai os perfumes
Sem rancores, queixas, azedumes
Recolhe em si, o mais doce...
Apreender da sociedade, o instrumento
Que o zangão, não se zanga, defende
A rainha da colméia, do Centro
E a operária, produtora do alimento!
Sabor do fruto colhido, odores
Escutai senhoras e senhores
A música linda, de amores
O zumbido do enxame, das Vozes.
Que do campo é matéria que volta
Na hora de pleno movimento
Que o mais verdadeiro Lançamento
É um retornar de néctar, às flores...
Pedro Torres
sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Vagueio em estado
Os sons dos sapos na lagoa
Que coisa boa
Depois da chuva, não tem saúva
Porque é noite e tá frio
E no teu canto, pro teu espanto,
Um assovio, que calafrio...
Não é ninguém, Só um vem-vem!
A essa altura...
Liderasse um bando de orangotango
E fosse a um bar
Encher o copo, encher a cara, se embriagar
Aquecer a alma
E ver se acalma, esse cantar
Dos besouros, de tudo
Que no Sertão, virou mar...
Na viagem de volta
O frio te aquece os pensamentos
Retomas a viagem, à janela, o vento frio...
Na face, te faz retornar à viagem antiga
E recomeças a escutar a cantiga
De sapos na lagoa, que coisa boa
Estás voltando, calada, e o vento frio
Na tua face
Quem não se aquece
Com o vento frio
Dessa tua madrugada
Reclama
Não sente a chama
Dessa brisa
Dessa manhã
Desse sol dentro de ti
Do pássaro que canta
Alegre
Feliz
Pela chuva que caiu
Da névoa na pista
Que turva a vista
E te complica, multiplica, amplifica
Pensas até em amar
E foges do recreio
Fechas a janela
Atendes a razão
E dá a ti mesmo, um não
E dói, o resto da noite
Mas o implacável frio
Aquece-te a carne e tu ardes
E ouço o gemido, sofrido, solitário, silencioso
Saudade de gritar, Sorrir, Cantar
E amanhece o dia
Ainda frio
Está vazio
O inevitável já aconteceu
O que vai acontecer
Pode ser imprevisível
Breve
Independente da vontade
De ninguém,
Minha loucura mais perfeita!
Sim,
Eu te fiz uma prece!
Pedro Torres
Que coisa boa
Depois da chuva, não tem saúva
Porque é noite e tá frio
E no teu canto, pro teu espanto,
Um assovio, que calafrio...
Não é ninguém, Só um vem-vem!
A essa altura...
Liderasse um bando de orangotango
E fosse a um bar
Encher o copo, encher a cara, se embriagar
Aquecer a alma
E ver se acalma, esse cantar
Dos besouros, de tudo
Que no Sertão, virou mar...
Na viagem de volta
O frio te aquece os pensamentos
Retomas a viagem, à janela, o vento frio...
Na face, te faz retornar à viagem antiga
E recomeças a escutar a cantiga
De sapos na lagoa, que coisa boa
Estás voltando, calada, e o vento frio
Na tua face
Quem não se aquece
Com o vento frio
Dessa tua madrugada
Reclama
Não sente a chama
Dessa brisa
Dessa manhã
Desse sol dentro de ti
Do pássaro que canta
Alegre
Feliz
Pela chuva que caiu
Da névoa na pista
Que turva a vista
E te complica, multiplica, amplifica
Pensas até em amar
E foges do recreio
Fechas a janela
Atendes a razão
E dá a ti mesmo, um não
E dói, o resto da noite
Mas o implacável frio
Aquece-te a carne e tu ardes
E ouço o gemido, sofrido, solitário, silencioso
Saudade de gritar, Sorrir, Cantar
E amanhece o dia
Ainda frio
Está vazio
O inevitável já aconteceu
O que vai acontecer
Pode ser imprevisível
Breve
Independente da vontade
De ninguém,
Minha loucura mais perfeita!
Sim,
Eu te fiz uma prece!
Pedro Torres
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Céu de estrelas
Este pensamento meu
Que encontra o teu
De olhos fechados.
Olhando o céu
De olhos abertos
Maravilhada.
E te descobres
No mesmo céu
Todo estrelado
Outra estrela
Neste Rio
Espelhada.
Pedro Torres
Que encontra o teu
De olhos fechados.
Olhando o céu
De olhos abertos
Maravilhada.
E te descobres
No mesmo céu
Todo estrelado
Outra estrela
Neste Rio
Espelhada.
Pedro Torres
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segunda-feira, 25 de maio de 2009
Ideias não faltam
Pra salvar o planeta devemos alimentar os passarinhos, cujo ofício natural é reflorestar a mata. A natureza dos homens não é contruir florestas, mas destruí-las.
Alimentar os passarinhos e liberá-los!
Pedro Torres
Alimentar os passarinhos e liberá-los!
Pedro Torres
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Um dó
O tempo oxida, mas não culpa o oxigênio...
Pedro Torres
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Liberdade é...
Pensar é ser livre até a morte, não importam as prisões que do concreto se erguem à força.
Pedro Torres
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Frase para refletir durante uma prisão de ventre
A tardeza da felicidade consiste na derrota antecipada de quem desiste por não tentar e, antes disso, há apenas quem não venceu ainda!
Pedro Torres
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As certezas
A lua à pino sujeita-se ao raiar do sol da inevitável próxima alvorada...
Pedro Torres
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Barra do dia-a-dia
O carvalho entorta com os vendavais/ e cresce forte /e mostra em cada curva destra sua /irresignações às imtempéries dessa vida...
Pedro Torres.
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Curiosos da vida alheia
Aos curiós não se explica a poesia...
Pedro Torres
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