terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

E a saudade covarde só não mata Porque tem o prazer de torturar

Muitas vezes a dor é igual sopapo
Na ferida da perna da pessoa
Que a casquinha já tá ficando boa
E alguém puxa de vez o esparadrapo.
Pois, tem vezes que fica algum fiapo
De lembrança enganchada no lugar
E quem puxa de vez pode arrancar
Um pedaço da dor que não se trata
"E a saudade covarde só não mata
Porque tem o prazer de torturar!"

Pedro Torres

2 comentários:

  1. Versos originais e riqueza de conteúdo... Adorei!!! Obg pelas visitas ao meu blog. Lerei mais seus escritos, Pedro! Um abraço.

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  2. Muito obrigado, Mara Melinni, sabes bem o quanto é bom ser lido por quem sente a poesia e tua visita me deixou feliz. Abraço forte!

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