domingo, 26 de janeiro de 2014

Minha paz

Ébrio de palavras, tomando vinho
Com medo do silêncio, silenciar-me
Num momento vão e, sem soar alarme,
Decretar-me um viver triste, sozinho.

Sinto meus erros martelando tudo
Quebrando a paz no breu desses meus dias,
E sinto falta das nuas poesias
Hoje caladas no teu peito mudo.

Traz-me essa alegria do teu riso lindo
E a graça inteira de outro dia findo
Junto de ti, na luz do bem querer

Quero esse abraço teu sincero e franco
Curtir preguiças de um domingo branco
Matar saudade e no teu amor: Viver!

Pedro Torres
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