quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Meu coração se assemelha A uma peneira furada

Meu coração se assemelha
A uma peneira furada
Tentando transpor saudades
De uma história esfarelada
Depois de mil tentativas
Sem conseguir levar nada.

Meu coração tem motivo
De sentir-se amordaçado
Que ao invés de falar, se cala
Prevendo estar enganado
Porque tem boca que jura
O que não foi perguntado.

Quero a alegria de um sorriso lindo
E a graça inteira de outro dia findo
Junto de ti, na luz do bem querer
Quero esse abraço teu sincero e franco
Curtir preguiças de um domingo branco
Matar saudade e no teu amor: viver!

Pedro Torres

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