terça-feira, 17 de setembro de 2013

Todo dia o sol mata a madrugada Toda noite vai preso novamente.

Se revezam no céu, o sol e a lua,
Como dois namorados à distância
E se tocam, contudo, na alternância
Pela luz desse espaço, onde flutua...
Nesse caso de amor, se perpetua
Um processo de modo diferente:
Que a saudade de um, no céu poente
Faz a luz do seu par ser libertada
“Todo dia o sol mata a madrugada
Toda noite vai preso novamente.”

Pedro Torres
Mote de Manoel Filó
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