domingo, 8 de setembro de 2013

Marinheiro que faz muitas viagens Não se perde alegando não ter porto

Não se ocupe em me impor os seus limites
Que conheço de longe os seus sinais
Prometi pra mim mesmo, e nunca mais
Ouvirei da ilusão os seus palpites...
De saudade, ademais, estamos quites
Que não cobro esperança a um peito morto
E mesmo ainda existindo um desconforto
Cobrirei com o tempo as tatuagens
"Marinheiro que faz muitas viagens
Não se perde alegando não ter porto"

Pedro Torres

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