quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Eu matei a saudade nos teus braços Hoje vivo nos braços da saudade.

Como a luz clareando na campina
Nosso encontro ilumina as amarguras
Dos períodos de ausências e lonjuras
Que no abraço sincero se elimina.
Quando a luz de teus olhos, cristalina
Refletiu meu olhar na claridade
Decretou pra nós dois felicidade
No intervalo de amor entre os abraços
"Eu matei a saudade nos teus braços
Hoje vivo nos braços da saudade."

Pedro Torres
Mote de Erivoneide Amaral

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