domingo, 8 de setembro de 2013

A saudade é um trem desgovernado Sem controle, sem freio ou maquinista.

Entre nós, já não cabe fingimentos
Somos dois corações que se conhecem
Que até mesmo nos erros se parecem
E não sabem fingir nos sentimentos.
Se pra tudo na vida há os momentos
Eis que agora chegou a nossa vez
De buscar construir com sensatez
Uma história em que o hoje não reclame
"E é provável que a gente inda se ame
Quem quebrou uma jura quebra três."

Pedro Torres
Mote de Cicinho Moura

Eu não pude odiá-la um só momento
Nessa estrada de amor, sem ter sinais
Porque a vida escreveu em dois finais
Um passado de dor, sem fingimento.
Mas, na curva do arrependimento
Reduzi para não sobrar na pista
Que a lembrança embaçando a minha vista
Quase mata o poeta atropelado
"A saudade é um trem desgovernado
Sem controle, sem freio ou maquinista."

Pedro Torres
Mote meu inspirado em um verso de Cancão.
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