sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Saudade é como um balão Que quando do laço solta

Eu não sei por qual razão
É que a gente não se entrega
Se a gente arenga, se intriga
Mente, foge, finge e nega
Se exclui de tudo no mundo
E o coração não sossega...

Eu chega acho engraçado
Um poeta ciumento
Que chego a dar gargalhadas
De quem cai nesse argumento
De um poeta fingidor
Que não finge um sentimento...

Às vezes uma atitude
Impensada corta o riso
Por algumas decisões
Que a gente toma indeciso
E a voz da dúvida fica
Martelando no juízo...

Saudade é como um balão
Que quando do laço solta
Se perde na imensidão
E nunca mais ele volta.

Pedro Torres
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