terça-feira, 27 de agosto de 2013

Quando a voz do meu peito silencia São meus olhos que falam pela boca

Na mudez de um casal que inda se ama
Há silêncios de almas semimortas
E a saudade batendo em duas portas
Que trancadas, não rangem, não reclama...
E um olhar diferente acende a chama
Deixa a alma queimando, quase louca
E a vontade não passa, nem é pouca
Nem se importa se alguém se distancia
"Quando a voz do meu peito silencia
São meus olhos que falam pela boca."

Pedro Torres
Mote de Dayane Rocha.

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