quinta-feira, 18 de julho de 2013

É a poesia que embala a madrugada Sem querer nem saber da luz do dia...

Como a estrela no fio do horizonte
Que abastece de sol a manhã clara
Teu olhar na lembrança se compara
Com os pingos de luz que cai na fonte...
Um oceano de cheiros faz a ponte
Pra saudade passar ..."minha alegria"
E da noite de mim a brisa fria
Que me aquece na carne congelada
"É a poesia que embala a madrugada
Sem querer nem saber da luz do dia..."

Pedro Torres
Mote de Esdras Galvão

2 comentários:

  1. Amo escrever de madrugada. Beijo Pedro. Saudades de passar no " Decanto ".

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    1. Muito obrigado por ser passar por aqui Milene. É muito bom quando alguém que a gente sabe sensível fala de algo que a gente escreve e toca o coração.

      A madrugada tem um mistério, difícil de desvendar.

      Cheiro, Pedro.

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