quinta-feira, 25 de julho de 2013

Bato um prego na taboa do improviso Viro a ponta e duvido desvirar

Ainda tá pra nascer um cantador
Que consiga alcançar o meu repente
Pois o que tá contido em minha mente
Só se chega enfrentando o meu labor
Que provoca sufoco, causa dor
E que faz o juízo revirar
Pois que sou pesadelo no sonhar
E da dor sou o corte mais preciso
"Bato um prego na taboa do improviso
Viro a ponta e duvido desvirar"

Monique D'Angelo

Trava língua ou mourão à galopado
Num martelo, sextilha ou oitavão
Num forró ou num coco ou num baião
Quer no frevo ou num samba incopado
Na marchinha na valsa ou num xaxado
Quando escrevo, eu escrevo é por gostar
E assim pra ninguém se olvidar
Desde já deixo aqui o meu aviso
"Bato um prego na taboa do improviso 
Viro a ponta e duvido desvirar"

Valdir Oliveira
Mote: Pedro Torres Filho

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