quarta-feira, 5 de junho de 2013

Ninguém viu minha angústia desenhada Na pintura do quadro do meu rosto

Atendendo a um pedido da poetisa conterrânea do "Egito", após voltar de um encontro maravilhoso de poesia em Tuparetama, o Balaio Cultural eu fiz:

Com mil risos no rosto estampados
Revi velhos e novos bons amigos.
Reatando alguns elos mais antigos,
Vi meus sonhos e alma renovados.
Vivos laços fraternos restaurados,
Esqueci-me até mesmo do desgosto.
Como fosse a pintura de um sol posto
Renascendo depois da alvorada,
Ninguém viu minha angústia desenhada
Na pintura do quadro do meu rosto

Pedro Torres
Mote: Gerlane Brito, com alterações minhas.
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