quarta-feira, 5 de junho de 2013

E o meu peito tristonho se balança Pendurado nos braços da ilusão.

Vi meus sonhos dormirem numa rede
De mentiras, intriga e falsidade
Me acordei na mais dura realidade
De meu corpo morrendo por ter sede...
Levantei no meu peito uma parede
Na argamassa concreta da razão
Percebi só depois da construção
Dois rachões gigantescos de esperança
E o meu peito tristonho se balança
Pendurado nos braços da ilusão.

Pedro Torres
Mote: Gislândio Araújo
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