sexta-feira, 7 de junho de 2013

E assino os poemas que eu faço Mas, os versos que faço vem de Deus.

Vou agora explicar de onde vem
As estrofes que faço pra vocês,
Há um anjo comigo toda vez
Que na certa,poeta,ele é também,
Deus,por fluidos divinos do além
Manda um dos milhares anjos seus,
Só assino os poemas como meus,
Por que Deus manda um anjo quando os caço...
"E eu assino os poemas que eu faço
Mas, os versos que eu faço vêm de Deus."

Bandeira Junior.

Sou um mero escritor da rima alheia
Quando a dor de outro alguém na sintonia
Entra em rota de amor na poesia
Sinto o verso correr em minha veia
Que o poeta é aquele que alardeia
Esse canto da métrica em tons seus
Sem gabar-me, porém, desses dons meus
Eu poemo poemas sem cansaço
"E eu assino os poemas que eu faço
Mas, os versos que eu faço vêm de Deus."

Não permito! Pois, se Deus deu-me o amor.
Não foi para eu guardá-lo em algum cofre
Por amar-te minh'alma agora sofre
Mas tu és bem maior que a minha dor.
Não sou nada além desse escritor
Que procura encontar nos versos seus
O segredo dos olhos lindos teus
Na leitura que fazes dos meus traços
"E eu assino os poemas que eu faço
Mas, os versos que eu faço vêm de Deus."

Pedro Torres
Mote de Bandeira Júnior
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