sexta-feira, 28 de junho de 2013

Crença

Desse livro de páginas viradas
Vem você resgatar antigas juras
Navegando por águas já passadas
Pela crença inconstante nas futuras

Alguns casos resistem nas lonjuras
Mas, histórias não podem ser mudadas
E até flores por sobre sepulturas
Também morrem sem serem irrigadas

Margarida em jardim que não perfuma
Beija-flor pela ausência se acostuma
E, sabemos que o que não mata ensina...

Não tem nada voltado com os signos
Colibris muitas vezes não são dignos
Mas, a flor não reclama a sua sina.

Pedro Torres

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